Home Data de criação : 07/07/23 Última atualização : 10/01/28 20:54 / 995 Artigos publicados
 

Henri Salvador : l'inoubliable artiste va briller plus que les diamants !  (HENRI SALVADOR) escrito em quinta 28 janeiro 2010 20:54

Henri Salvador : l'inoubliable artiste va briller plus que les diamants !

Parmi les grands bijoutiers de la place Vendôme, l'inoubliable interprète du Travail, c'est la santé, Zorro est arrivé ou encore de Jardin d'Hiver, Henri Salvador, a brillé des années durant puisqu'il a résidé de 1962 au 13 février 2008, date de sa mort, dans un appartement situé dans ce prestigieux site parisien. La place veut désormais lui rendre hommage en installant une plaque en son honneur, d'après une information du Parisien.

Le conseil du Ier arrondissement va voter ce 25 janvier une "délibération approuvant la pose d'une plaque en l'honneur de l'artiste au n°6 de la place", lit-on dans le quotidien. La mairie de Jean-François Legaret veut même aller plus loin en "demandant à la Ville de baptiser une place, une rue ou un jardin du nom de l'artiste".

Voilà une belle façon de rendre hommage à la carrière exceptionnelle de cette figure enterrée non loin d'Edith Piaf au cimetière du Père-Lachaise et qui fut l'un des rares chanteurs français de variété à figurer dans le Dictionnaire du Jazz. Décédé à l'âge de 90 ans, cet artiste originaire de Cayenne a marqué le monde de la musique avec ses airs populaires et doux qui ont traversé les générations. Son dernier album date de 2006, Révérence, qui met à l'honneur le piano, le jazz et la bossa nova.

Parallèlement à cet événement, Catherine Salvador, productrice de télévision qu'il a épousée en 2001, fera la promotion du livre La Joie de Vivre de Henri Salvador, Pensées, répliques et anecdotes, aux côtés de Philippe Héraclès. Cet ouvrage qui s'annonce truculent quand on connaît l'humour de l'artiste, paraîtra aux Editions Le Cherche Midi le 11 février.

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Jaques Morelenbaum prepara o seu primeiro álbum  (BOSSA NOVA) escrito em domingo 07 fevereiro 2010 20:58

RIO - Fiel escudeiro de grandes nomes da música brasileira, como Tom Jobim, Egberto Gismonti, Caetano Veloso, Gal Costa, Milton Nascimento e Gilberto Gil e um dos mais requisitados compositores de trilhas do cinema nacional, Jaques Morelenbaum completa 35 anos de carreira à frente do palco: o violoncelista vai lançar, até o segundo semestre, seu primeiro disco solo.
– Até hoje não havia gravado um disco meu, já que desde os anos 80 venho recebendo convites irrecusáveis de outros artistas que sempre admirei e acabava ficando sem tempo – explica o músico, que em março acompanha Gilberto Gil em excursão pela Europa, EUA, Canadá e Angola, no show do disco Banda dois. – Nunca achei que fosse a hora, pois queria me aperfeiçoar como instrumentista. Ainda acho que preciso evoluir, mas resolvi deixar os escrúpulos de lado e mostrar o que está acontecendo comigo agora.
O disco será um resultado direto do trabalho que Morelenbaum desenvolve com o Cello Samba Trio desde 1995, quando se reuniu com o violonista Lula Galvão e o baterista Rafael Barata, inspirado na musicalidade do disco João Gilberto, de 1973, gravado apenas com voz, violão e percussão. O grupo sobe ao palco da Caixa Cultural para duas apresentações, sábado e domingo.
– Acho esse disco do João o registro mais genial da música brasileira, por ser uma síntese do que é beleza, samba e sofisticação. No Cello Samba Trio busquei a mesma sonoridade, apenas substitui a voz dele pelo violoncelo, que tem textura semelhante – detalha Morelenbaum. – No álbum vamos incluir algumas músicas desse disco como Eu vim da Bahia, canções de compositores que ele cantava como Haroldo Barbosa, e baladas românticas que eu curto, como Coração vagabundo e Retrato em branco e preto. O repertório e o clima que planejo pra o disco serão o mesmo dos shows na Caixa Cultural.
Morelenbaum diz que a opção pela música foi algo natural, já que desde cedo frequentava as dependências do Teatro Municipal, onde seu pai, Henrique Morelenbaum, atuava como maestro. Além disso, sua mãe, Sarah Morelenbaum, era professora de piano clássico, de modo que a casa “respirava música o tempo todo”.
– Era o dia inteiro com o rádio sintonizado na MEC AM. Eles tinham uma influência muito forte dos clássicos europeus – recorda. – Fui criado nesse universo até minha adolescência, quando comecei a me envolver com a música popular. Percebi que no quarto da empregada o rádio tocava samba e não saía de lá. Era o contato que tinha com a brasilidade, com a nossa música.
Essa relação entre o erudito e o popular se tornou uma tônica na carreira de Jaques Morelenbaum, que iniciou a carreira no grupo A Barca do Sol, formado em um curso de férias no Paraná, para onde havia se mudado para estudar, a princípio, música clássica. Quando soube que haveria uma turma de música popular brasileira com Egberto Gismonti e Dori Caymmi, não teve dúvidas em qual curso iria se matricular.
– Nessa turma, nós nos reunimos e formamos o grupo. De volta ao Rio, tranquei a faculdade de economia, para desespero dos meus pais, e gravamos nosso primeiro disco, com produção do Egberto. Sempre me identifiquei com ele pelo fato de na sua música não haver barreiras entre erudito e popular.
Depois de gravar Trem caipira (1985), álbum em homenagem a Villa-Lobos, com Gismonti, Morelenbaum passou a integrar a Banda Nova, de Tom Jobim, ao lado de Paulo Braga (bateria), Danilo Caymmi (flauta), Paulo Jobim (violão), Sebastião Neto (baixo) e Miúcha Adnet, Simone Caymmi, Ana Jobim, Elizabeth Jobim e Paula Morelenbaum (vocais).
– Minha primeira apresentação com Tom foi em 29 de março de 1985, no Carnegie Hall, o que foi uma consagração pessoal enorme – rememora.
Trabalhando com Tom Jobim até a morte do maestro em 1994, Jaques Morelenbaum participou da produção dos discos O tempo e o vento (1985) Passarim (1987), Tom Jobim: inédito (1987) e Antonio Brasileiro (1994). Sua última apresentação com Tom foi em Jerusalém, no dia em que o violoncelista completava 40 anos de idade.
– Era o melhor presente que poderia receber. Com Tom, pude aprender com um dos músicos mais geniais do mundo. A Banda Nova era uma família. Todos as noites nos reuníamos na casa dele e ficávamos tocando, bebendo e rindo muito.
Já nos últimos anos de vida, Tom fazia poucos shows, o que possibilitou a Jaques Morelenbaum poder trabalhar com outros artistas, dentre os quais Caetano Veloso. Com o baiano, formou sólida parceria desde o convite para participar como arranjador e produtor do disco Circuladô (1991).
– Tocar com Caetano é muito estimulante. Ele abrange ao máximo o universo estético de suas canções. Com a Gal eu já tinha trabalhado no disco Mina d'água do meu canto e agora surgiu a parceria com Gil, nessa turnê internacional. Só falta a Bethânia, para eu tocar com todos os quatro cavaleiros do após-calipso.

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FELIZ ANIVERSARIO LENYA ANDRADE - Uma notícia nova:O BÊCO DAS GARRAFAS  (BOSSA NOVA) escrito em sexta 29 janeiro 2010 06:17

Sent: Wed, 27 Jan 2010 12:42
Subject: anniversaire

 bonjour Leny

estou um pouco atrasado,

mais je souhaiterais te souhaiter un tres joyeux anniversaire.

gros baisers

Emmanuel

 

From: Leny Andrade Lima

Obrigada!Você é um AMOR.Uma notícia nova:O BÊCO DAS GARRAFAS,vai estar de volta..Já nos encontramos lá na terça-feira,um grupo grande a mando da PREFEITURA do RIO,e DJALMA foi chamado
e convidou o MIELI,para apresentar as pessoas,com coquetel e tudo:eu,Wanda Sá,Os cariocas,Silvio
Cesar,Marcos Valle,Emilio Santiago,Roberto Menescal,Meu trio:Fernando,Jamil,Erivelton e um monte de gente da Imprensa,e o lugar vai ficar muito bonito daqui a uns 30 dias.A SECRETÁRIA DE CULTURA,
JANDIRA FEGHALLI e sua Equipe estão muito a fim de fazer as coisas direito...        Eu não sei os outros nomes ,mas gostei do que vi.Beijo,LENY ANDRADE.

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Menescal em dois tempos  (BOSSA NOVA) escrito em sexta 29 janeiro 2010 06:10

Músico finaliza disco com a com a cantora Wanda Sá e lança DVD gravado com o ex-Police

Andy Summers

Uma das mais profícuas e duradouras parcerias da bossa nova retorna ao estúdio. Roberto

Menescal e Wanda Sá estão nas últimas etapas da gravação de Declaração, disco que surgiu a partir da necessidade de “realizar um trabalho mais íntimo, em contraposição a esta música pra pular brasileira de hoje”, como conta Menescal.

Gravado apenas com a guitarra semiacústica de Menescal, o baixo de Adriano Giffoni e a voz de Wanda, o novo álbum revisita Vagamente (1964), estreia fonográfica da cantora e um dos primeiros em que Menescal atuou como produtor e arranjador.

– É um novo-velho projeto.

Esse clima intimista foi inspirado na gravação de Inútil paisagem (Tom Jobim e Aloysio de Oliveira), de 1964, que, acidentalmente, foi registrada neste formato – recorda o músico, que se apresenta hoje, no Teatro Rival Petrobras, ao lado de Cris Delanno e do grupo BossaCucaNova. – Lembro que a gravação, que incluía orquestra regida por Eumir Deodato, estava programada para o dia 1º de abril, quando ocorreu o golpe militar. Chegamos ao estúdio, eu, Wanda, o técnico de som e o baixista, mas não apareceu ninguém.

Como éramos “alienados” na época, estranhamos a ausência dos músicos e gravamos com

guitarra, baixo e voz.

O outro projeto de Menescal para o primeiro semestre também parte de um encontro, desta vez com o guitarrista Andy Summers, ex-Police, com quem gravou o DVD The United Kingdom of Ipanema, registrado em 2008, e que deve ser lançado nos próximos meses.

A dupla deve voltar a tocar junta ainda este ano, numa turnê pelo Brasil, Estados Unidos e Europa.

A parceria surgiu na época em que gravou, junto com a cantora Cris Delanno, o álbum Eu e Cris (2005). Na ocasião, os dois estavam selecionando canções, quando Cris sugeriu para Menescal a música R oxane, um dos maiores sucessos da banda inglesa.

– Falei pra ela: “Essa não dá Cris, é muito barulhenta” — recorda Menescal. — Na próxima reunião para escolha de repertório, ela me mostrou uma outra versão da música, mais suave, do George Michael.

Gostei, fiz um arranjo puxado para bossa nova e ela entrou no disco.

A gravação cruzou o Atlântico e chegou aos ouvidos de Summers, que, quando veio ao Brasil, há dois anos, quis conhecer o responsável pelo arranjo bossanovista de Roxane. Inicialmente,

marcaram um almoço, que logo evoluiu para uma jam session na casa de Menescal. Da reunião, surgiu a ideia da gravação de um disco com as canções da banda inglesa vertidas para a roupagem bossa nova.

– Disse que era muito difícil fazer esses arranjos, e ele respondeu: “na verdade, eu não quero saber do Police, quero que você me mostre a bossa nova – conta Menescal. – Aí sugeri que gravássemos um DVD, com o registro de dois shows que fizemos no Teatro Ginástico, e com um passeio por lugares representativos do gênero no Rio, como o antigo apartamento de Nara Leão.

– Lá, nós começamos a tocar e, aos poucos, foram chegando Marcos Valle, Leila Pinheiro, Pery Ribeiro. O Andy Summers ficou maravilhado: “isto não existe na Inglaterra”. Está tudo registrado neste DVD.

Ao lado de Wanda Sá, Menescal retoma a colaboração que, depois do disco de 1964, voltou a dar frutos nos anos 90, época em que gravaram Eu e a música (95); Uma mistura fina (97), e Estrada Tóquio-Rio(98).

O intervalo foi provocado pela mudança de Wanda para os EUA e pelo fato de Menescal ter atuado durante 16 anos exclusivamente como produtor musical, na Polygram.

– Durante esse tempo fiquei sem tocar, nem instrumento tinha mais. A Nara Leão foi quem me trouxe de volta para o violão, quando gravamos Um cantinho, um violão (1985) – lembra Menescal.

– Saímos em turnê pelo Japão e lá soube que ela estava doente. O médico tinha dado um ultimato de três meses de vida pra ela, que se estendeu para quatro anos. Decidi acompanhá-la durante esse período, afinal ela era minha amiga desde os 12 anos. Quando ela nos deixou, a Wanda reapareceu e fizemos um show em Niterói, retomando nossa parceria em apresentações e gravações.

Além da faixa que dá título ao disco e de Inútil paisagem, o repertório de Dedicaçãoinclui canções como Bilhete, de Ivan Lins e Vitor Martins; Agarradinhos, parceria de Menescal com a cantora Rosalia de Souza; Eu canto meu blues, parceria com Oswaldo Montenegro; Nós e o mar, uma das primeiras composições de Menescal, em parceria com Ronaldo Bôscoli; e Se eu pudesse dizer que te amei, com Paulo César Feital.

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Henri Salvador : l'inoubliable artiste va briller plus que les diamants !  (HENRI SALVADOR) escrito em terça 26 janeiro 2010 22:17

Henri Salvador : l'inoubliable artiste va briller plus que les diamants !

Parmi les grands bijoutiers de la place Vendôme, l'inoubliable interprète du Travail, c'est la santé, Zorro est arrivé ou encore de Jardin d'Hiver, Henri Salvador, a brillé des années durant puisqu'il a résidé de 1962 au 13 février 2008, date de sa mort, dans un appartement situé dans ce prestigieux site parisien. La place veut désormais lui rendre hommage en installant une plaque en son honneur, d'après une information du Parisien.

Le conseil du Ier arrondissement va voter ce 25 janvier une "délibération approuvant la pose d'une plaque en l'honneur de l'artiste au n°6 de la place", lit-on dans le quotidien. La mairie de Jean-François Legaret veut même aller plus loin en "demandant à la Ville de baptiser une place, une rue ou un jardin du nom de l'artiste".

Voilà une belle façon de rendre hommage à la carrière exceptionnelle de cette figure enterrée non loin d'Edith Piaf au cimetière du Père-Lachaise et qui fut l'un des rares chanteurs français de variété à figurer dans le Dictionnaire du Jazz. Décédé à l'âge de 90 ans, cet artiste originaire de Cayenne a marqué le monde de la musique avec ses airs populaires et doux qui ont traversé les générations. Son dernier album date de 2006, Révérence, qui met à l'honneur le piano, le jazz et la bossa nova.

Parallèlement à cet événement, Catherine Salvador, productrice de télévision qu'il a épousée en 2001, fera la promotion du livre La Joie de Vivre de Henri Salvador, Pensées, répliques et anecdotes, aux côtés de Philippe Héraclès. Cet ouvrage qui s'annonce truculent quand on connaît l'humour de l'artiste, paraîtra aux Editions Le Cherche Midi le 11 février.

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