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A televisão francesa Fr 2 fez um homenagem emocionante a Henri Salvador e seu amigo Laurent Gerra  (HENRI SALVADOR) escrito em quarta 12 novembro 2008 17:40

A televisão francesa France 2 fez um homenagem muito emocionante a Henri Salvador e seu amigo o cómico Laurent Gerra.

 

Em Outubro de 2008 a televisão pública francesa apresentava um programa inteiramente consagrado ao cômico Laurent Gerra.

Ignorando nada da forte amizade que ele tinha para  Henri Salvador, A-2 lhe preparou uma  grande surpresa.

Ela Foi convidado a voltar no Palácio dos Congressos da Porta Maillot em Paris, onde Henri fez-o os seus adeus à cena em Dezembro de 2006.

Sozinho  na imensa sala inteiramente vazia, uma luz iluminava um das sedes no qual esperava… Catherine Salvador.

Imagens de arquivos então foram projectadas por Catherine, que mostraram Henri e Laurent juntos.

Eu tinha a ocasião o dia seguinte deste programa de conversar com Catherine ainda sob o choque.

Bossa-Mag.com é muito feliz de apresentar-vocês este programa excepcional.

 

 

 

Emouvantes retrouvailles posthumes entre Laurent Gerra et Henri Salvador

En octobre 2008 la télévision publique française présentait un programme entièrement consacré au comique Laurent Gerra.

N’ignorant rien de la très forte amitié qui le liait à Henri Salvador A2 lui avait préparé une très belle surprise.

Il fut invité à se rendre au Palais des congres de la Porte Maillot à Paris, la ou Henri fit ses adieux à la scène en décembre 2006.

Dans l’immense salle entièrement vide, une lumière éclairait l’un des sièges dans lequel attendait... Catherine Salvador.

Des images d’archives furent alors projetées dans la salle montrant Henri et Laurent à la télévision. Ensuite Laurent accompagné d’un grand orchestre fit une imitation de son ami face a Catherine bouleversée de se retrouver si seule dans cette salle.

J’eu l’occasion le lendemain de ce programme de converser avec Catherine encore sous le choc. Bossa-Mag.com est heureux de vous présenter ce programme exceptionnel.

 

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Documentário sobre a cantora Marisa Monte  (MPB) escrito em terça 11 novembro 2008 20:58

Os flashes das máquinas digitais da platéia revelam Marisa Monte no palco escuro, enquanto ela canta o verso “Eis o melhor e o pior de mim”. Sobre a imagem, aparece o título “Infinito ao meu redor”, nos primeiros minutos do documentário. A relação com os fãs, a artista desprevenida sob focos de luz não planejados, os versos que anunciam um rosto despido de máscaras, o imponderável de um show... A cena funciona como síntese das intenções declaradas do DVD: sair do formato “show gravado” e focar no que há por trás da atividade de músico ou, sendo mais específico, de diva popstar da música popular brasileira. O labor em vez do brilho. A motivação é nobre — o formato “ao vivo”, quase sempre, cansa pela falta de vigor criativo. Mas os 68 minutos de “Infinito ao meu redor” (Phonomotor/ EMI), dirigido por Vicente Kubrusly, são pouco para o tal infinito que pretende abarcar.

Do processo de composição à crise da indústria fonográfica, passando pela rotina de hotéis e entrevistas, Marisa lança seu olhar sobre um enorme universo. Abre muitas portas, mas não explora nenhuma a fundo. Não é um making of detalhista, nem uma análise profunda sobre a indústria, nem uma biografia definitiva — apesar de pincelar todos esses aspectos

Cantora se mostra como engrenagem da máquina

No DVD, a voz em off de Marisa, excessivamente didática, explica o que é compor, o que é patrocínio, o que é imprensa, o que é fã.

Se, por um lado, ela assume o tom de professora primária, e Tia Marisa parece subestimar a inteligência de quem assiste ao filme (será que a lógica de troca de interesses de um patrocínio precisa ser explicada? Ou que viajar em turnê não é como estar de férias?), por outro não deixa de ser original a forma como ela se mostra como simples engrenagem da grande máquina. Como quando diz que sua independência artística vem não de sua genialidade, mas pelo conhecimento que adquiriu do negócio da música.

No filme, o espectador tem acesso a flashes da intimidade de Marisa ao longo dos dois anos da turnê “Universo particular”. Estão lá a já célebre cena em que ela aparece lavando roupa numa banheira de hotel e outras da mesma natureza: dormindo num banco de ônibus, sentada em cima de uma mala para conseguir fechá-la, fazendo tricô... O objetivo é desmitificar a imagem da artista, aproximá-la de uma “pessoa comum”, uma premissa que carrega a ingenuidade de dar um caráter de extraordinário a essas atividades — radicalizando a proposta, é como se fosse necessário mostrar o artista no banheiro para que saibamos que ele faz o que todos fazemos. Essas cenas, portanto, funcionam como uma espécie de “Caras” invertida, sem glamour, mas que têm como apelo maior para os fãs o mesmo da revista: voyeurismo.

Além da franqueza com que expõe sua relação com a indústria fonográfica, “Infinito ao meu redor” traz seus melhores momentos no making of do belíssimo show “Universo particular” — como Marisa falando do formato de tocar com a banda à sua frente (“Achei que não fossem deixar”, diz ela). E são ótimas as imagens de fãs entoando “Velha infância” no celular durante o show ou tentando acertar o momento exato em que a voz da cantora entra, após uma pausa. Há boas curiosidades históricas, como o pequeno recorte de jornal que anunciava o show no Jazzmania que a lançou em 1987, ou fotos suas, aos 14 anos, numa montagem amadora de “Rock horror show”.

E há música. Canções aparecem entrelaçadas na narrativa — recurso especialmente feliz em “Alta noite” sobre imagens de viagem noturna de ônibus na Europa. Nos extras, há nove canções do show na íntegra. No DVD, Marisa compara sua profissão a outra qual quer, como a de um motorista ou médico. É a partir dessa idéia que o filme tenta garantir seu interesse. Da forma como foi feito, porém, não consegue. “Infinito ao meu redor” disfarça, mas só se sustenta por ter Marisa como personagem.

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Ney Matogrosso será o Bandido da Luz Vermelha em novo longa  (MPB) escrito em terça 11 novembro 2008 19:52

Quando se fala em Ney Matogrosso, 67 anos, as primeiras coisas que vêm à cabeça são a dança ousada e a voz aguda. Os acostumados a essa imagem terão uma surpresa no começo do próximo ano, quando começam as filmagens do longa “Luz Nas Trevas – A Revolta de Luz Vermelha”, continuação do clássico de 1968 “O Bandido da Luz Vermelha”, de Rogério Sganzerla, baseado na história do criminoso João Acácio (1942-1998). No filme, ele interpretará o próprio bandido, vivido por Paulo Villaça (1946-1992) no primeiro filme. “Assim como o personagem, Ney tem personalidade fortíssima”, afirma a diretora e viúva de Sganzerla, Helena Ignez. “É um artista extraordinário.”

Ao contrário do que parecia no final do longa anterior, Luz nas Trevas não morreu e ficou preso por décadas. Quarenta anos depois, ele descobre que tem um filho, Tudo ou Nada (André Guerreiro Lopes), e sai atrás dele. Ao observá-lo, vê que o rapaz herdou a malandragem e o caráter duvidoso. “Aceitei fazer o papel justamente pelo contraponto”, conta Ney. “Acho que o público pode estranhar um pouco, mas isso é o fascinante em atuar.”

O elenco do longa ainda conta com nomes como Maria Luisa Mendonça, Djin Sganrzela e Simone Spoladore. Selton Mello e Daniel Filho também devem fazer participações.

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Elza Soares em clássicos da bossa nova com suingue do Farofa Carioca  (MPB) escrito em terça 11 novembro 2008 19:45

RIO - Fazer frente ao impacto de Moro no Brasil, primeiro álbum do Farofa carioca, e ainda voltar aos palcos com um novo vocalista de raro talento, semelhante ao de Seu Jorge, não deve ser mesmo tarefa fácil para a banda. Tanto que os caras levaram dez anos para que a ousadia fosse cometida. O Farofa acaba de lançar o seu segundo CD, Tubo de ensaio, com a voz de Mario Broder (ex-Funk n' Lata) no centro das atenções. O novo repertório será apresentado ao público nesta terça-feira, no Estrela da Lapa. Depois, nada de turnê de lançamento. Na semana seguinte, no dia 18, o grupo parte para a Europa com Elza Soares, em uma tentadora parceria que os brasileiros não devem assistir tão cedo.

- Já tínhamos feito um show com a Elza em São Paulo. Ela se entusiasmou e gravou a nossa música A carne - lembra o baixista Sérgio Granha. - Quando soubemos que, por coincidência, estaríamos juntos nas mesmas cidades, na Suécia, Estônia e Finlândia, foi natural que surgisse a idéia de preparar um show juntos nesta ida à Europa.

Pode-se dizer que o primeiro álbum do Farofa Carioca foi um marco. Lançado em 1998, traduzia o Rio de Janeiro da época, da malandragem, do morro, da bala perdida, de Niterói e São Gonçalo, e com uma mensagem social que foi bem recebida pelos cariocas, e também pelo Brasil afora. Ao lado de outros grupos e artistas que começaram mais ou menos na mesma época, como Pedro Luiz e a Parede, Boato e Arícia Mess, representavam a produção contemporânea do Rio -, o Farofa era um dos principais nomes dessa turma. Apesar de trazer uma boa base instrumental, muito da força do grupo estava centrada no talento e carisma naturais de seu cantor, Seu Jorge, que não coube nos limites de um grupo de oito integrantes, e saiu em frutífera carreira solo. Agora, o grupo espera recuperar o bom lugar que já teve na cena musical do Rio.

O fresco repertório do novo disco será testado, não só na voz de Broder, mas também na da nova parceira. Na turnê européia, Elza Soares vai cantar músicas do Farofa e eles vão emprestar seu groove aos clássicos da bossa nova que ela trouxe para o show.

- Como estamos nos 50 anos da bossa nova, e lá fora isso ainda fala muito forte, a gente vai tocar aquelas canções, só que com o nosso suingue - detalha Elza. – Não tocaremos versões originais. Estamos fazendo do nosso jeito, mas acho que eles vão entender bem. Ou nos chamar de “aqueles loucos do Brasil”!

A parceria foi inesperada, e ainda não se sabe se irá reverberar aqui no Brasil. Mas, a julgar pela vibração dos músicos e da cantora, é certo que o romance não será mero amor de viagem.

- Tomara que a gente faça um trabalho com ela aqui também – torce o percussionista Wellington Coelho.

Marido novo

Elza Soares esteve em cartaz no cinema recentemente, com o filme Chega de saudade (que acaba de faturar o prêmio de Melhor Filme no Festival de Cinema de Genebra), no qual liderava uma banda de baile ao lado do cantor Marku Ribas. No filme, a banda Luar de Prata era formada por atores. Ao vivo, nos eventos de lançamento do longa, os jovens músicos que gravaram a trilha a acompanharam.

- Adorei participar desse filme, com toda aquela gente nova. Adoro gente jovem, minha vida é repleta de novidades. Agora estou com banda nova e marido novo – revela a cantora, no alto dos seus 71 anos, apontando para um tímido jovem, Bruno Lucidi, que parece não ter chegado aos 30 - Tenho uma energia que as pessoas não acreditam!

 

 

 

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Você pensa conhecer Henri Salvador ? Eu acho que não ! (2)  (HENRI SALVADOR) escrito em segunda 10 novembro 2008 23:33


Vous connaissez « dans mon île » ou  « Jardin d’hiver » et vous pensez connaitre Henri Salvador. Ce programme de la radio belge vous prouvera que non !

         

Você  Conhece « dans mon île » ou  « Jardin d’hiver »  e pensa conhecer Henri Salvador. Este programa da rádio belga vai provar o contrario.

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